28 de janeiro de 2015

Impressionismo, uma chacota.

Infelizmente, os jardins de Giverny de Monet não ficam abertos no inverno, o que me impossibilitou de ver as ninfeias ao vivo. Tive que me “contentar” com as telas do artista, e, para tanto, percorri três museus em Paris que são verdadeiros espetáculos.

Primeiramente, fui ao Musée de L’Orangerie, que não tive oportunidade de conhecer na outra vez que estive em Paris, pois estava em reforma. Quem assistiu ao filme Meia-noite em Paris não ficou indiferente à cena em que Gil Pender percorre uma de suas salas ovais, iluminadas parcialmente pela luz natural, como projetou Monet, com as imensas obras do artista (a maior tem 17 m de comprimento por 2 de altura). Mais parece um templo! Faça o favor de atentar ao aviso: “Merci de visitar dans le calm”. Per-fei-to!!!

Marmottan

Continuamos com o Musée Marmottan-Monet, na periferia de Paris, que, por contar com a obra “Impressão: sol nascente” é obrigatório no circuito impressionista. Para nossa sorte, não só vimos a tela que deu nome ao movimento, como ainda uma exposição especial em torno dela : “Impression: soleil levant – L’histoire vraie du chef-d’oeuvre de Claude Monet”. Além de Willian Turner. Que privilégio!

Terminamos a viagem na antiga estação de trem do Musée d’Orsay (que eu já conhecia, mas não podia deixar de fora dessa incursão -após meu Curso de História da Arte, eu estava me achando!) A construção, por si só, já vale a visita; contando, então, com as obras de Monet, Manet, Renoir, Degas torna-se indispensável!

Em tempo: o termo Impressionismo foi uma chacota do jornalista Louis Leroy à referida obra.